Contexto Histórico do Romantismo

O Romantismo surgiu na Europa em uma época em que o ambiente intelectual era de grande rebeldia. Na política, caíam sistemas de governo despóticos e surgia o liberalismo político (não confundir com o liberalismo econômico do Século XX). No campo social imperava o inconformismo. No campo artístico, o repúdio às regras. A Revolução Francesa é o clímax desse século de oposição.
 
Alguns autores neoclássicos já nutriam um sentimento mais tarde dito romântico antes de seu nascimento de fato, sendo assim chamados pré-românticos. Nesta classificação encaixam-se Francisco Goya e Bocage.
 
O Romantismo surge inicialmente naquela que futuramente seria a Alemanha e na Inglaterra. Na Alemanha, o Romantismo, teria, inclusive, fundamental importância na unificação germânica com o movimento Sturm und Drang.
 
O Romantismo viria a se manifestar de forma bastante variada nas diferentes artes e marcaria, sobretudo, a literatura e a música (embora ele só venha a se manifestar realmente aqui mais tarde do que em outras artes). À medida que a escola foi sendo explorada, foram surgindo críticos à sua demasiada idealização da realidade. Destes críticos surgiu o movimento que daria forma ao Realismo.
 
No Brasil, o romantismo coincidiu com a Independência política do Brasil em 1822, com o Primeiro reinado, com a guerra do Paraguai e com a campanha abolicionista.

Romantismo em Portugal

Teve como marco inicial a publicação do poema "Camões", de Almeida Garrett, em 1825, e durou cerca de 40 anos terminando por volta de 1865 com a Questão Coimbrã.
 
A Primeira Geração do Romantismo em Portugal vai de 1825 a 1840. Seus principais autores são Almeida Garrett, Alexandre Herculano, Antônio Feliciano de Castilho. A Segunda Geração, ultra-Romântica, de 1840 a 1860 e tem como principais autores, Camilo Castelo Branco e Soares de Passos. A Terceira Geração, pré-Realista, de 1860 a 1870, aproximadamente, teve como principais autores Júlio Dinis e João de Deus.

Romantismo no Brasil

De acordo com o tema principal, os romances no Brasil podem ser classificados como indianistas, urbanos ou históricos e regionalistas.
 
No romance indianista, o índio era o foco da literatura, pois era considerado uma autêntica expressão da nacionalidade, e era altamente idealizado. Como um símbolo da pureza e da inocência, representava o homem não corrompido pela sociedade, o não capitalista, além de assemelhar-se aos heróis medievais, fortes e éticos. Junto com tudo isso, o indianismo expressava os costumes e a linguagem indígenas, cujo retrato fez de certos romances excelentes documentos históricos.
 
Os romances urbanos tratam da vida na capital e relatam as particularidades da vida cotidiana da burguesia, cujos membros se identificavam com os personagens. Os romances faziam sempre uma crítica à sociedade através de situações corriqueiras, como o casamento por interesse ou a ascensão social a qualquer preço.
 
Por fim, o romance regionalista propunha uma construção de texto que valorizasse as diferenças étnicas, linguísticas, sociais e culturais que afastavam o povo brasileiro da Europa, e caracterizava-os como uma nação. Os romances regionalistas criavam um vasto panorama do Brasil, representando a forma de vida e individualidade da população de cada parte do país. A preferência dos autores era por regiões afastadas de centros urbanos, pois estes estavam sempre em contato com a Europa, além de o espaço físico afetar suas condições de vida.
 
A primeira geração (nacionalista–indianista) era voltada para a natureza, o regresso ao passado histórico e ao medievalismo. Cria um herói nacional na figura do índio, de onde surgiu a denominação de geração indianista. O sentimentalismo e a religiosidade são outras características presentes. Entre os principais autores podemos destacar Gonçalves de Magalhães, Gonçalves Dias e Araújo Porto Alegre. Gonçalves de Magalhães foi o introdutor do Romantismo no Brasil. Obras: Suspiros Poéticos e Saudades. Gonçalves Dias foi o mais significativo poeta romântico brasileiro. Obras: Canção do exílio, I-Juca-Pirama. Araújo Porto Alegre fundou com os outros dois a Revista Niterói-Brasiliense
 
Entre as principais características da primeira geração romântica no Brasil estão: o nacionalismo ufanista, o indianismo, o subjetivismo, a religiosidade, o brasileirismo (linguagem), a evasão do tempo e espaço, o egocentrismo, o individualismo, o sofrimento amoroso, a exaltação da liberdade, a expressão de estados de alma, emoções e sentimentalismo.
 
A segunda geração, também conhecida como Byroniana e Ultrarromantismo, recebeu a denominação de mal do século pela sua característica de abordar temas obscuros como a morte, amores impossíveis e a escuridão.
 
Entre seus principais autores estão Álvares de Azevedo, Casimiro de Abreu, Fagundes Varela, Junqueira Freire e Pedro de Calasans. Álvares de Azevedo fazia parte da sociedade epicuréia destinada a repetir no Brasil a existência boêmia de Byron. Obras: Pálida à Luz, Soneto, Lembranças de Morrer, Noite na Taverna. Casimiro de Abreu escreveu As Primaveras, Poesia e amor, etc. Fagundes Varela, embora byroniano, já tinha em sua poesia algumas características da terceira geração do romantismo. Junqueira Freire, com estilo dividido entre a homossexualidade e a heterossexualidade, demonstrava as idiossincrasias da religião católica do século XIX.
 
Já as principais características da segunda geração foram o profundo subjetivismo, o egocentrismo, o individualismo, a evasão na morte, o saudosismo (lamentação) em Casimiro de Abreu, por exemplo, o pessimismo, o sentimento de angústia, o sofrimento amoroso, o desespero, o satanismo e a fuga da realidade.
 
Por fim há a terceira geração, conhecida também como geração Condoreira, simbolizada pelo Condor, uma ave que costuma construir seu ninho em lugares muito altos e tem visão ampla sobre todas as coisas, ou Hugoniana, referente ao escritor francês Victor Hugo, grande pensador do social e influenciador dessa geração.
 
Os destaques desta geração foram Castro Alves, Sousândrade e Tobias Barreto. Castro Alves, denominado "Poeta dos Escravos", o mais expressivo representante dessa geração com obras como Espumas Flutuantes e Navio Negreiro. Sousândrade não foi um poeta muito influente, mas tem uma pequena importância pelo descritivismo de suas obras. Tobias Barreto é famoso pelos seus poemas românticos.
 
As principais características são o erotismo, a mulher vista com virtudes e pecados, o abolicionismo, a visão ampla e conhecimento sobre todas as coisas, a realidade social e a negação do amor platônico, com a mulher podendo ser tocada e amada.
 
Essas três gerações citadas acima apenas se aplicam para a poesia romântica, pois a prosa no Brasil não foi marcada por gerações, e sim por estilos de textos - indianista, urbano ou regional - que aconteceram todos simultaneamente.
 
No país, entretanto, o romantismo perdurará até à década de 1880. Com a publicação de Memórias Póstumas de Brás Cubas, por Machado de Assis, em 1881, ocorre formalmente a passagem para o período realista.
 
Principais escritores românticos brasileiros


 Gonçalves Dias: principal poeta romântico e uns dos melhores da língua portuguesa, nacionalista, autor da famosa Canção do Exílio, da nem tão famosa I-Juca-Pirama e de muitos outros poemas.
 Álvares de Azevedo: o maior romântico da Segunda Geração Romântica; autor de Lira dos Vinte Anos, Noite na Taverna e Macário.
 Castro Alves:grande representante da Geração Condoeira, escreveu, principalmente, poesias abolicionistas como o Navio Negreiro.
 Joaquim Manuel de Macedo, romancista urbano escreveu A Moreninha e também O Moço Loiro.
 José de Alencar, principal romancista romântico. Romances urbanos: Lucíola; A Viuvinha; Cinco Minutos; Senhora. Romances regionalistas: O Gaúcho, O Sertanejo, O Tronco do Ipê. Romances históricos: A Guerra dos Mascates; As Minas de Prata. Romances indianistas: O Guarani, Iracema e o Ubirajara.
 Manuel Antônio de Almeida: romancista urbano, precursor do Realismo. Obras: Memórias de um Sargento de Milícias.
 Bernardo Guimarães: considerado fundador do regionalismo. Obras: A Escrava Isaura; "O Seminarista"
 Franklin Távora: regionalista. Obra mais importante: O Cabeleira.
 Visconde de Taunay: regionalista. Obra mais importante: Inocência.
 Machado de Assis: estilo único, dotado de fase romântica e realista. Em sua fase romântica destacam-se "A Mão e a Luva" e "Helena". Ainda em tal fase realizava análise psicológica e crítica social, mostrando-se atípico dentre os demais românticos
 
Demais Artes

Apesar da produção literária ser predominantemente romântica, vive-se no país neste período um grande incentivo ao academicismo e ao neoclassicismo. O neoclássico é o estilo oficial do Império recém-proclamado e o grande centro das artes no país é a Escola Imperial de Belas Artes do Rio de Janeiro, lar do neoclassicismo no Brasil, sob influência direta da Missão francesa trazida pelo Príncipe-Regente D. João VI. Principais características: subjetivismo, evasão, erotismo, senso de mistério e religiosidade.


fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Romantismo#Contexto_hist.C3.B3rico



Escrito por G. às 19h27
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Giovanna Polzatto 1ºA - Trabalho de Artes



INTRODUÇÃO
O trabalho fala sobre oque é OP Art e sobre os seus principais artistas e como é utilizada sua técnica, quando surgiu, etc.

Oque é OP Art?
Op art é um termo usado para descrever a arte que explora a falibilidade do olho e pelo uso de ilusões ópticas.
A expressão "op-art" vem do inglês (optical art) e significa “arte óptica”. Defendia para arte "menos expressão e mais visualização". Apesar do rigor com que é construída, simboliza um mundo mutável e instável, que não se mantém nunca o mesmo.
Os trabalhos de op art são em geral abstratos, e muitas das peças mais conhecidas usam apenas o preto e o branco. Quando são observados, dão a impressão de movimento, clarões ou vibração, ou por vezes parecem inchar ou deformar-se.
Apesar de ter ganho força na metade da década de 1950, a Op Art passou por um desenvolvimento relativamente lento. Ela não tem o ímpeto atual e o apelo emocional da Pop Art; em comparação, parece excessivamente cerebral e sistemática, mais próxima das ciências do que das humanidades. Por outro lado, suas possibilidades parecem ser tão ilimitadas quanto as da ciência e da tecnologia.
O termo surgiu pela primeira vez na Time Magazine em Outubro de 1964, embora já se produzissem há alguns anos trabalhos que hoje podem ser descritos como "op art". Sugeriu-se que trabalhos de Victor Vasarely, dos anos 30, tais como Zebra (1938), que é inteiramente composto por listas diagonais a preto e branco, curvadas de tal modo que dão a impressão tridimensional de uma zebra sentada, devem ser consideradas as primeiras obras de op art.
Em 1965, uma exposição chamada The Responsive Eye (O Olho que Responde), composta inteiramente por trabalhos de op art, abriu em Nova Iorque. Esta exposição fez muito para trazer a op art à ribalta, e muitos dos artistas hoje considerados importantes no estilo exibiram lá trabalhos seus. Em seguida, a op art tornou-se tremendamente popular, e foram usadas imagens de op art em vários contextos comerciais. Bridget Riley tentou processar uma empresa americana, sem sucesso, por usar um dos seus quadros como base para um padrão de tecido.

Bridget Riley é talvez a mais conhecida dos artistas de op art. Inspirando-se em Vasarely, pintou uma série de quadros só com linhas pretas e brancas. No entanto, em vez de dar a impressão de um objecto do mundo real, os seus quadros deixavam frequentemente a impressão de movimento ou cor.

Mais tarde, Riley produziu trabalhos coloridos, e outros artistas de op art também trabalharam com cor, embora estes trabalhos tendam a ser menos conhecidos. Contrastes violentos de cor são por vezes usados para produzir ilusões de movimento similares às obtidas a preto e branco.

Em outras palavras

A Op Art (é uma abreviação inglesa para "Arte Óptica") nasceu e se desenvolveu simultaneamente nos Estados Unidos e na Europa, em meados da década de sessenta. O termo foi empregado pela primeira vez na revista Times no ano de 1965 e designa uma derivação do expressionismo abstrato. A Op Art, com suas pinturas voluptuosas, brincam com nossas percepções ópticas. As cores são usadas para a criação de efeitos visuais como sobreposição, movimento e interação entre o fundo e o foco principal. Os tons vibrantes, círculos concêntricos e formas que parecem pulsar são as características mais marcantes deste estilo artístico. Por serOp Art não é considerada um movimento genuíno dentro das artes visuais, sendo reconhecida mais como uma vertente de outras linhas artísticas, como por exemplo a Kinetik Art (Arte Cinética). O limite entre a Kinetic Art e a Op Art é bastante tênue, o que gera confusão entre estes estilos. A diferença básica entre ambos é que na Kinetic Art, os processos ópticos são baseados na percepção do movimento real ou aparente da obra, que pode ser plana, bi ou tridimensional, enquanto que, na Op Art, há apenas movimentos virtuais, utilizando-se objetos planos e formas geométricas. Os padrões mais rígidos fazem com que o apuro nas formas e o estudo detalhado dos fenômenos ópticos sejam os principais enfoques da Op Art. Em 1965, foi organizada a primeira exposição de Op Art. A mostra foi chamada "The Responsive Eye" (O Olho que Responde), no Museu de Arte Moderna de Nova York. Entre os principais expoentes da Op Art, estão Victor Vasarely, Richard Anuszkiewicz, Bridget Riley, Ad Reinhardt, Kenneth Noland e Larry Poons. A exposição, no entanto, não teve muito sucesso. A Op Art esteve, durante um bom tempo, renegada aos meios considerados "alternativos" nos EUA e Europa. O período posterior à exposição não foi dos melhores para a Op Art, que quase caiu no esquecimento. Em parte, esse distanciamento surgiu devido à concorrência com a Pop Art, que tomava conta de praticamente todo o cenário artístico mundial, deixando pouco espaço para as demais expressões artísticas. O advento do computador, noCaracterísticas conceituaisA razão da Op Art é a representação do movimento através da pintura apenas com a utilização de elementos gráficos. A alteração das cidades modernas e o sofrimento do homem com a alteração constante em seus ritmos de vida também são uma preocupação constante. A vida rápida das cidades contribuiu para a percepção do movimento como elemento constituinte da cultura visual do artista. Outro fator fundamental para a criação da Op Art foi a evolução da ciência, que está presente em praticamente todos os trabalhos, baseando-se principalmente nos estudos psicológicos sobre a vida moderna e da Física sobre a Óptica.

Técnica

A dinâmica da pintura na Op Art é alcançada com a oposição de estruturas idênticas que interagem umas com as outras, produzindo o efeito óptico. Diferentes níveis de iluminação também são utilizados constantemente, criando a ilusão de perspectiva. A interação de cores, baseado nos grandes contrastes (preto e branco) ou na utilização de cores complementares são a matéria prima da Op Art. A técnica "moire", aplicada no trabalho "Current", de Bridget Riley, é um bom exemplo. Nela, há a criação de um espaço móvel, produzindo um efeito denominado "whip blast" (explosão do chicote). Esta técnica, assim como a maioria das técnicas utilizadas na Op Art, exploram as possibilidades do fenômeno óptico na criação de volumes e formas virtuais.

Principais expoentes

Ad Reinhardt - Pintor americano, nascido em Nova York. Artista e teórico, Reinhardt é mais conhecido por suas pinturas em preto, que marcam sua fase artística posterior a 1960. Adepto do minimalismo, Reinhardt utilizava apenas o preto e suas variações em suas obras, rejeitando os atributos convencionais da pintura. Keneth Noland - Pintor americano, da Carolina do Norte. Noland utilizou-se em suas obras de listras e cores básicas. Ele enfatiza o plano da tela utilizando cores uniformes. Em seu trabalho, a cor é o objetivo. Seus trabalhos mais recentes abandonaram as cores básicas, usando agora cores modificadas em vários tons. Bridget Riley - pintora inglesa, associada também ao movimento Pop Art. O estilo de Riley é marcado por listras que se sobrepõem, curvas onduladas, discos concêntricos e quadrados ou triângulos que se repetem.

Devido à organização sequencial e a relação de cores de suas obras, há a criação de sensações ópticas de ritmo nas superfícies, que parecem vibrar

Outros artistas op art dignos de nota são Alexander Calder, Youri Messen-Jaschin e Victor Vassarely.


fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Op_art


CONCLUSÃO

OP Art é um trabalho utilizado de forma abstrata com cores mais frequentes como o preto e o branco. É um excelente trabalho e sua técnica utilizada é genial assim como os seus artistas.



Escrito por G. às 12h46
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CONCLUSÃO

Conclui que na ordem de evolução Anfíbios vieram primeiro, depois os répteis, aves e mamíferos. Que anfíbio tem origem em ambientes aquáticos e que os répteis orinaram-se deles. Que os mamíferos tem três grupos existentes principasis: os animais que são ovíparos ex: monotremata, os marsupiais: que possuem uma bolsa e os placentários que são os que possuem placente. E que a importância de anfíbios no meio ambiente é que eles se alimentam de insetos (daninhos) que são os responsáveis da destruição das plantações, servem de alimento a animais carnívoros como cobras e gaviões. E são importantes para a manutenção do equilíbrio entre todas as espécies. Já a importância dos répteis é que apartir deles os animais devem menos dependência ao ambiente aquático conquistando assim o meio terrestre. A das aves é que elas ajudam o controle das pragas que atacam as plantações e as cidades e a dos mamíferos é que eles possuem mama responsáveis pela conservação e preservação das espécies através da reprodução.



Escrito por G. às 20h18
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Escrito por G. às 20h00
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FONTES

http://www.klickeducacao.com.br/bcoresp/bcoresp_mostra/0,6674,POR-853-6986-h,00.html 

http://www.maclee.com.br/centraldenoticias/outrasnoticias/port/20070409_mariaolivia/mariaolivia.asp

http://www.brenodamasceno.com.br/site/index.php?option=com_content&task=view&id=20&Itemid=42

http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070914110011AABBjpu

http://clickbio.br.tripod.com/textos/fisiologia.html

http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/cacadores-de-fosseis/a-origem-dos-mamiferos-modernos 

http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080430174255AAxe14e

http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20090217102122AAMXYEd

 



Escrito por G. às 19h50
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MAMÍFEROS

ORIGEM E EVOLUÇÃO

Todos os mamíferos que vivem nos dias de hoje podem ser classificados em um dos três principais grupos existentes: Monotremata, Marsupialia e Placentalia. Destes, têm amplo predomínio os placentários, que reúnem em torno de 5 mil das 5.400 espécies de mamíferos descritas até agora e são encontrados em praticamente todas as partes do nosso planeta. Tigres, ursos, preguiças, primatas, elefantes, baleias, morcegos, coelhos e roedores são apenas alguns dos placentários mais conhecidos.

Uma das principais discórdias entre os pesquisadores refere-se a quando esses mamíferos modernos se originaram e se diversificaram. Liderados por John R. Wible (Museu de História Natural de Carnegie, Pittsburgh, Pensilvânia), pesquisadores dos Estados Unidos e da Inglaterra descreveram um novo fóssil da Mongólia e questionaram dados moleculares sobre a origem dos placentários. O estudo foi publicado no ano passado na Nature e esquenta o debate sobre o assunto.
O achado da Mongólia
O mamífero primitivo que Wible e colegas descreveram pertence a um grupo de placentários chamado de Cimolestidae, que surgiu no topo do Cretáceo e se extinguiu logo no início do Terciário. Bastante raro no registro fóssil, os Cimolestidae são compostos por poucas formas, conhecidas por arcadas incompletas ou dentes isolados.

Chamada de Maelestes gobiensis, a nova espécie é baseada em um único exemplar, porém bastante completo, com crânio, mandíbula e vários elementos pós-cranianos, preenchendo diversas lacunas sobre o conhecimento do grupo.

Maelestes gobiensis é um dos menores mamíferos já encontrados (seu crânio mede menos de três centímetros de comprimento). Ele foi descoberto na região Ukhaa Tolgod, na Mongólia, em rochas da Formação Djadokhta com idade estimada entre 75 e 71 milhões de anos.


Modelos de evolução dos mamíferos modernos
De forma resumida, existem três linhas de pensamento que procuram explicar a origem e diversificação dos placentários. Os defensores do chamado modelo "explosivo" advogam que esse grupo de mamíferos modernos teria surgido e se diversificado próximo ao limite Cretáceo-Terciário, aproximadamente há 65 milhões de anos. Em sua maioria, os defensores dessa hipótese são paleontólogos, que se baseiam no registro fóssil.

Um segundo modelo sugere que os placentários são bem mais antigos, tendo surgido dentro do período Cretáceo, inicialmente com poucas formas, que se diversificaram bem próximo – ou mesmo depois – do limite Cretáceo-Terciário. Por último, uma terceira corrente de pesquisadores acredita que a origem e diversificação dos placentários é bem anterior ao limite Cretáceo-Terciário, não tendo deixado, no entanto, um bom registro fóssil.

FISIOLOGIA DOS MAMÍFEROS

Cordados, vertebrados, tetrápodos, craniados, amniotas, alantoidianos, deuterostômios, celomados, homeotérmicos que possuem pêlos e amamentam seus filhotes. Pêlos dos mamíferos, penas de aves e escamas de répteis são anexos da pele formadas por queratina. Há espécies que vivem na terra, outras na água doce ou salgada e ainda os morcegos que voam.

São animais dióicos e podem ser ovíparos como o ornitorrinco e equidna ou vivíparos e placentários.

Além dos pêlos podem ter ainda glândulas de vários tipos (sudoríparas, sebáceas) e principalmente glândulas mamárias (amamentação dos filhotes).

Com exceção dos monotremados, todos os mamíferos possuem tubo digestivo completo que termina no ânus, independente dos sistemas reprodutor e excretor.

A articulação do crânio com a primeira vértebra é feita por dois côndilos ocipitais, o que limita os movimentos da cabeça, quando comparados com o das aves.

São heterodontes, pois os dentes são diferenciados em incisivos, caninos, pré-molares e molares.

A respiração é sempre pulmonar e os movimentos respiratórios dependem de músculos intercostais e principalmente do diafragma que separa o tórax do abdome.

O coração tem dois átrios e dois ventrículos (circulação dupla e completa). A curvatura (crossa) da artéria aorta é para a esquerda. A circulação é dupla e completa. As hemácias adultas em circulação são anucleadas.

Possuem bexiga urinária e a excreção da uréia é feita dissolvida na água, constituindo a urina.

IMPORTÂNCIA DOS MAMÍFEROS NO MEIO AMBIENTE
Mamíferos são animais que têm mamas; cuja importância é a conservação e preservação das espécies, através da reprodução. Sua importância ecológica está no balanceamento e preservação das espécies.



Escrito por G. às 19h37
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AVES

ORIGEM E EVOLUÇÃO

Tendo em conta que existe vida na Terra há cerca de 2 mil milhões de anos, podemos considerar as aves uma “criação” recente. A grande maioria dos arqueólogos acredita que as aves começaram a sua evolução a partir dos répteis, há cerca de 150 milhões de anos. Esta hipótese torna-se mais forte visto as aves partilharem bastantes características com os répteis, como os traços do esqueleto e da musculatura, ovos similares e um dente embrionário que usam para sair da casca, que acaba por desaparecer após poucas horas de vida.
O primeiro fóssil de ave, encontrado na Baviera em 1861, remonta ao final do Jurássico, isto é, cerca de 135 milhões de anos e teria sido considerado como réptil não fosse a presença de uma característica muito especial, a presença de penas. Ao fóssil deu se o nome de Archaeopteryx, que significa “asa antiga”, pensa-se que este animal teria a capacidade de planar entre curtas distâncias.
O aparecimento das aves “verdadeiras”, isto é, as que partilham as mesmas características que as aves actuais, deve ter ocorrido durante o Cretácico.

Atualmente estipula-se que hajam 8500 espécies de aves no globo terrestre, classificadas em 27 ordens e divididas em 160 famílias, cerca de 10% de todas as espécies vivas. Porém durante todo o processo evolutivo calcula-se que tenham desaparecido cerca de 100 000 espécies, aparecendo também outras descendentes de uma única espécie, mas que mudaram de forma e de estrutura de modo a adaptarem-se a novas maneiras de viver e ambientes. Podendo-se verificar as mais variadas formas e feitios de adaptações sofridas pelas aves de modo a sobreviverem no seu habitat. Enquanto umas perdem a capacidade de voar e desenvolvem a capacidade de correrem a velocidades impressionantes (avestruz) ou de nadarem graciosamente (pinguins) outras tornam se voadores natos capazes de percorrer enormes distâncias em voa continuo!
Não há dúvida, as aves são um caso de sucesso no que se refere à adaptabilidade a diferentes ambientes, dando o melhor uso ao termo evolução.

FISIOLOGIA DAS AVES

As aves diferem dos outros animais pela existência de penas, que revestem e isolam o corpo, possibilitando a regulação da temperatura e auxiliando no vôo. Acredita-se que seus ancestrais tenham sido répteis delicados, dotados de cauda longa e andar bípede, que corriam rapidamente com as patas posteriores, ficando os membros anteriores erguidos e livres, exatamente na posição em que as aves atuais apresentam as asas. As penas podem ter surgido como um revestimento isolante e protetor contra as variações de temperatura. As primeiras aves devem ter sido apenas planadoras. O vôo surgido posteriormente, o deslocamento em alta velocidade e a penetração em nichos aéreos permitiram a expansão para áreas de temperaturas distintas e a ocupação de ambientes ainda não explorados por outros animais. Os fósseis de aves são raros, devido a delicadeza de seu esqueleto, o que torna mais difícil a preservação. Archaeopteryx, a "ave-lagarto", é o fóssil mais antigo de um possível ancestral das aves, com aproximadamente 150 milhões de anos. Tinha o tamanho de um grande pombo, cabeça pequena, mandíbula com dentes, penas, asas com garras terminais e provavelmente só era capaz de planar.

As aves mantêm a temperatura corporal (homeotermia), através de mecanismos fisiológicos, em torno de 40 a 42 graus centígrados, apresentando elevada taxa metabólica, necessária para sua atividade, sobretudo o vôo. A capacidade de voar favorece a procura de alimento, a fuga dos inimigos e permite migrações para outras áreas quando as condições se tornam desfavoráveis. A velocidade de vôo varia de 30 a 80 km/h, embora os falcões, durante um mergulho no ar, possam atingir cerca de 200 km/h. Para voar, uma ave deve preencher certos requisitos, alem de homeotermia, tais como a redução do peso e da densidade corporal, e estruturas sensitivas eficientes. Favorecem essa condição:

• formato aerodinâmico do corpo, que é compacto e rígido, resultado de fusão, perda e reforço dos ossos;
• posicionamento das patas abaixo do corpo, que podem ser retraídas entre as penas ventrais;
• esqueleto leve e adaptado à fixação de fortes músculos;
• sistema respiratório eficiente, com pulmões ligados a sacos aéreos, distribuídos entre os órgãos, úteis na retenção do ar, permitindo extração de oxigênio mesmo em grandes altitudes, assim como a dissipação do calor gerado pelo elevado metabolismo;


Aparelho respiratório de uma ave.

• as características do sistema circulatório, como o coração com quatro câmaras e a completa separação das circulações venosa e arterial;
• a eliminação dos excretas na forma de pequenos corpos esféricos esbranquiçados, compostos de ácido úrico, que ficam misturado com as fezes, evitando a formação de grande volume de urina liquida;
• a ausência de bexiga urinaria, sendo exceção o avestruz;
• total desenvolvimento dos ovos fora do corpo materno;
• a excelente visão, com grande acuidade visual e rápida acomodação de foco;
• voz e audição elaboradas, associadas com a necessidade de comunicação a grandes distâncias.

O corpo das aves tem forma e tamanho muito variáveis. A cabeça geralmente fica na extremidade de um pescoço flexível e é capaz de girar 360 graus em torno de seu eixo. Os membros anteriores são as asas, que possuem penas mais longas, denominadas rêmiges, próprias para o vôo. Os membros posteriores, as patas, têm muitos músculos na parte superior, enquanto a porção inferior apresenta tendões e é revestida por escamas córneas.

Na cauda curta podem existir longas penas, dispostas em leque. No bico pontiagudo, de revestimento córneo, há um par de narinas. Os olhos, grandes e laterais, possuem duas pálpebras e uma membrana nictitante. Existe uma abertura auditiva atrás de cada olho.

A IMPORTÂNCIA DAS AVES NO MEIO AMBIENTE

As aves têm um importante papel no meio ambiente rural e urbano: ajudam no controle de pragas, que atacam as plantações e as cidades; polinizam flores e espalham sementes, auxiliando na reprodução das plantas; servem como ótimos indicadores da qualidade dos ambientes, pois indicam rapidamente qualquer impacto ambiental; além de nos encantar com sua beleza e seus sons.



Escrito por G. às 19h35
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ORIGEM E EVOLUÇÃO DOS RÉPTEIS  
Os répteis surgiram a 320 milhões de anos durante a Era Paleozóica e são classificados em relação a anatomia do crânio, em especial na região temporal, por cima e atrás das órbitas, sendo assim divididos em 4 Subclasses:
Anapsida, Euriapsida, Sinapsida e Diapsida.

 A palavra Réptil tem origem no latim, Reptum, que significa rastejar sendo assim uma alusão que nós temos ao tipo característico de locomoção dos animais dessa classe. Os Répteis evolutivamente descendem dos anfíbios, mas que se diferenciam destes por apresentar uma pele seca e cornificada, sob a forma de escamas ou escudos, e pelo aparecimento do ovo adaptado para o desenvolvimento em terra, com membranas e cascas para proteger o embrião dentro de uma pequena câmara úmida.

Estas duas características evolutivas, entre várias outras, permitiram a conquista do meio terrestre pelos répteis e seu domínio do mundo por mais de 150 milhões de anos, a Era dos Répteis (Mesozóico). Formam uma das Classes dos Vertebrados, onde se encontram os registros fósseis dos maiores animais terrestres. Das 16 Ordens conhecidas apenas 4 sobreviveram à extinção da época dos dinossauros.
Incluem atualmente os lagartos e serpentes, as tartarugas e jabutis, os crocodilos e jacarés e a tuatara da Nova Zelândia.
A Classe Reptilia possui diversos representantes e estão divididos em quatro Ordens. Cada Ordem possui além das características gerais, comum à todos os répteis, algumas particularidades que permitem diferenciá-los entre si. Se dentro da Ordem existirem características suficientes para também agrupar outras determinadas espécies, ela é dividida em Subordem.
 
Os répteis apresentam uma camada protetora, chamada de extrato córneo, sobre as escamas que revestem seu corpo,  desta forma sua pele é seca. O extrato córneo é uma camada ¨morta¨  formada por uma substância conhecida como queratina, a mesma encontrada nas escamas dos peixes; penas das aves e pelos; unhas e cabelos dos mamíferos. Como esta camada não cresce com o animal, ele necessita trocá-la, de tempos em tempos, conforme vai aumentando de tamanho. Este processo de substituição do extrato córneo é chamado de muda ou troca de pele.
Nas serpentes a troca é realizada de uma única vez e nos lagartos ocorre a fragmentação  deste revestimento e a muda é realizada aos poucos, conforme o animal vai se ¨raspando ¨ no ambiente. As lagartixas, quando trocam de pele, ingerem totalmente a  pele velha que representa fonte suplementar de alimento. A finalidade desta camada é dar proteção contra o desgaste e impedir o excesso de perda de água através da transpiração facilitando o controle de temperatura do corpo (regulação térmica). 

A pele dos répteis e, principalmente, dos anfíbios desempenha uma atividade muito importante dentro do metabolismo. Nos anfíbios ocorre a respiração também através dela, chamada de cutânea. A troca gasosa é feita pelas células que revestem a pele e a presença de água é fundamental para impedir a desidratação e facilitar este mecanismo. Este processo ajuda na regulação térmica, onde a troca de calor está associada a manutenção ou perda de água. A pele dos anfíbios se caracteriza por ser úmida e isto só é possível se o ambiente fornecer e manter esta umidade.

FISIOLOGIA DOS RÉPTEIS

*Corpo coberto com pele seca queratinizada (não mucosa) geralmente com escamas ou escudos e poucas glândulas superficiais;
*Dois pares de extremidades (membros), cada uma tipicamente com cinco dedos terminando em garras córneas e adaptadas para correr, rastejar ou trepar; pernas semelhantes a remos nas tartarugas marinhas, reduzidas em alguns lagartos, ausentes em alguns e em todas as cobras;
*Esqueleto interno completamente ossificado; crânio com um côndilo occipital;
*Coração imperfeitamente dividido em quatro câmaras: duas aurículas e um ventrículo parcialmente dividido (ventrículos separados nos crocodilianos), o que lhes confere realmente três câmaras; um par de arcos aórticos; glóbulos vermelhos nucleados, biconvexos e ovais;
*Respiração pulmonar; as tartarugas podem permanecer algumas horas embaixo d'água, prendendo a respiração e, para isso, o organismo funciona lentamente, o coração bate devagar, num fenômeno chamado bradicardia, e o fornecimento de oxigênio é auxiliado por um tipo de respiração acessória, em que o oxigênio dissolvido na água é absorvido pelas vias faríngica e cloacal;
*Doze pares de nervos cranianos;
*Temperatura corporal variável (pecilotermos), de acordo com o ambiente;
*Fecundação interna, geralmente por órgãos copuladores; ovos grandes, com grandes vitelos, em cascas córneas ou calcárias geralmente libertados, mas retidos pela fêmea para o desenvolvimento em alguns lagartos e cobras; estas características revelam uma adaptação evolutiva para a vida terrestre;
*Segmentação meroblástica; envoltórios embrionários (âmnio, cório, saco vitelino e alantóide) presentes durante o desenvolvimento; filhotes quando eclodem (nascem) assemelham-se aos adultos (sem metamorfoses).
*Musculatura muito desenvolvida em Squamata (cobras e lagartos) e em Crocodylia (jacarés e crocodilos), mas em Testudines (tartarugas, cágados e jabutis) a musculatura é desenvolvida apenas no pescoço. 

 
IMPORTÂNCIA DOS RÉPTEIS NO MEIO AMBIENTE

Os repteis na escala evolutiva se originarem dois novos grupos: mamíferos e aves. Além disso os repteis representam a mudança adaptativa na qual os animais aquático aprenderam a ser totalmente terrestre como os repteis, aves e mamíferos, a partir dos repteis os animais deve menos dependencia ao ambiente aquático conquistando assim o meio terrestre.



Escrito por G. às 19h32
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INTRODUÇÃO

Falaremos sobre anfíbios, répteis, aves e mamíferos apartir de sua ordem de evolução. E saberemos um pouco mais sobre sua origem, sistema, fisiologia, evolução e sua importância para o planeta.

ANFÍBIOS

EVOLUÇÃO E ORIGEM DOS ANFÍBIOS

Os anfíbios foram os primeiros seres vertebrados a conquistar a terra firme, pois todas as outras formas de vida dependiam do meio aquático para sobrevivência. De acordo com evidências de fósseis encontrados há 400 milhões de anos (Período Devoniano), os anfíbios evoluíram a partir dos peixes. Tal constatação revela que nós, seres humanos, somos descendentes dessas fascinantes criaturas chamadas anfíbios.

Foram cinco as espécies de peixes (Crossopterygians) que deram origem aos anfíbios. Essas espécies ainda existem no Brasil, na Austrália e em partes da África.

Inicialmente, os anfíbios eram bastante diferentes de como os conhecemos hoje: a espécie só adquiriu a forma atual há 250 milhões de anos. O recorde de idade da existência dos anfíbios é decorrente do registro de pegadas encontradas no sul do Brasil. O fóssil mais antigo de um anfíbio com a forma atual das rãs (ou sapos), conhecido como Triadobatrachus, foi encontrado, em excelente estado de preservação, em Madagascar, em uma decomposição de sedimentos datada do Período Triásico (220-230 milhões de anos atrás). Para ter uma idéia de como sua existência é antiga, vale comparar que o homem moderno só surgiu há 100 mil anos e os hominídeos existiam há, pelo menos, 2 milhões de anos.

FISIOLOGIA DOS ANFÍBIOS

A análise de um ser da classe dos anfíbios exige a divisão de seu ciclo vital, devido a diferenças morfofisiológica entre as fases aquática e terrestre (adulta).

Quando jovens, os anfíbios vivem exclusivamente em ambiente aquático dulcícola, e sua estrutura corpórea é semelhante a de um alevino, realizando respiração branqueal. A fase jovem é determinada do nascimento até a metamorfose do anfíbio, que lhe permitirá sair do ambiente aquático e fazer parte do ambiente terrestre.

Já adultos, a dependência da água dos anfíbios jovens é superada, e após a metamorfose estes animais podem deixar a água e viver em habitat terrestre, desde que seja úmido, visto que o anfíbio não possui estruturas que evitem eficientemente a sua desidratação. Apesar de pulmonados, a classe apresenta seres com uma superfície alveolar muito pequena, incapaz de supir toda a demanda gasosa do animal. Portanto, como complemento à respiração pulmonar, os anfíbios realizam a respiração cutânea (trocas de gases atravéz da pele), e para tanto possuem a pele mucosa, sempre umidecida.

A circulação nos anfíbios é dita fechada (o sangue sempre permanece em vasos) dupla (há o circuito corpóreo e o circuito pulmonar) e incompleta (já que há mistura do sangue venoso e artérial no coração). O coração do anfíbio apresenta apenas três cavidades: 2 átrios, nos quais há chegada de sangue ao coração; e um ventrículo, no qual o sangue é direcionado ao pulmão ou ao corpo do animal.

A IMPORTÂNCIA DOS ANFÍBIOS PARA O MEIO AMBIENTE

Os anfíbios, como todos os outros seres vivos, desempenham uma função muito importante para o equilíbrio ecológico. Eles fazem parte de uma teia alimentar, na qual se alimentam de alguns seres vivos e servem de alimento a outros. Eles se alimentam de insetos, muitos dos quais daninhos à agricultura e responsáveis pela destruição de grandes plantações. Por sua vez, servem de alimento a animais carnívoros, como cobras e gaviões. A sua presença no ambiente é importante para a manutenção do equilíbrio entre todas as espécies. Se os anfíbios são eliminados de uma região, o número de insetos aumenta muito, acarrentando enormes prejuízos à agricultura. Os anfíbios podem também servir de alimento ao homem (a carne da rã é bastante apreciada). Outro benefício que os anfíbios proporcionam ao homem é a utilização de substâncias isoladas de sua pele, com propriedades antibactericidas e fungicidas, e que poderão ser utilizadas para a fabricação de remédios pela indústria farmacêutica.



Escrito por G. às 19h30
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Giovanna Polzatto 1A - Biologia


Arara-azul-grande

 
 
A arara-azul-grande (Arara Jacinta em Portugal) (Anodorhynchus hyacinthinus) é uma ave da família Psittacidae, que vive nos biomas da Floresta Amazônica e, principalmente, no do Cerrado. Possui uma plumagem azul com uma pele nua amarela em torno dos olhos e fita da mesma cor na base da mandíbula. Seu bico é desmesurado parecendo ser maior que o próprio crânio. Sua alimentação, enquanto vivendo livremente, consiste de sementes de palmeiras (cocos), especialmente o licuri (Attalea phalerata).

Essa arara torna-se madura para a reprodução aos 3 anos e sua época reprodutiva ocorre entre janeiro e novembro. Nascem 2 filhotes por vez e a incubação dura cerca de 30 dias. Depois que nascem, as araras-azuis ficam cerca de três meses e meio no ninho, sob o cuidado dos pais, até se aventurarem no primeiro voo. A convivência familiar dura até um ano e meio de idade, quando os filhotes começam a se separar gradativamente dos pais.

Esta espécie ainda é avistada em três áreas brasileiras, e em pequenas partes do território boliviano.[1] A Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção proíbe sua venda, mas a Arara-azul-grande é popular no comércio ilegal de animais de estimação.[1]

Referências

"Arara-azul-grande precisa de uma companheira" (http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/arara-azul-grande_precisa_de_uma_companheira.html)

" Scientific American Brasil " (25 de julho de 2011) (http://pt.wikipedia.org/wiki/Scientific_American_Brasil) - Página visitada em 27 de julho de 2011. "Anodorhynchus hyacinthinus ainda são encontradas nas florestas em três áreas do Brasil e pequenas partes da Bolívia. São protegidas pelo Convention on International Trade in Endangered Species of Wild Fauna and Flora – CITES, que proíbe sua venda, embora essa espécie continue sendo popular no comércio ilegal de animais de estimação."

fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Arara-azul-grande

Projeto Arara-Azul

O Projeto Arara Azul é um projeto que estuda a biologia e relações ecológicas da arara-azul-grande, realiza o manejo e promove a conservação da arara azul em seu ambiente natural. O Projeto estuda a biologia reprodutiva das araras vermelhas, tucanos, gaviões, corujas, pato-do-mato e outras espécies que co-habitam com a arara azul no Pantanal.

O Projeto compreende o acompanhamento das araras na natureza, o monitoramento de ninhos naturais e artificiais numa área de mais de 400 mil hectares além do trabalho, em conjunto com proprietários locais, de conservação da espécie.

O Projeto utiliza a arara azul como uma espécie bandeira para promover a conservação de outras espécies, da biodiversidade e do Pantanal como um TODO.

O Projeto é realizado no Pantanal, principalmente do Estado do Mato Grosso do Sul e esporadicamente no Estado de Mato Grosso.

 


fonte: http://www.projetoararaazul.org.br/arara/Home/OProjeto/tabid/53/Default.aspx

 
Ararinha-Azul

A ararinha-azul (nome científico: Cyanopsitta spixii, do grego: cyano, "azul" + psitta, "papagaio"; e spixii, em homenagem a Johann Baptist von Spix) é uma espécie de ave da família Psittacidae endêmica do Brasil. É a única espécie descrita para o gênero Cyanopsitta. Outros vernáculos associados a esta espécie são arara-azul-de-spix, arara-do-nordeste e arara-celeste. Habitava matas de galeria dominadas por caraibeiras associadas a riachos sazonais no extremo norte do estado da Bahia, ao sul do rio São Francisco. Todos os registros históricos para a espécie estão localizados nos municípios de Juazeiro e Curaçá na Bahia, com apenas relatos da presença da ave no estado de Pernambuco.

A arara mede cerca de 57 centímetros de comprimento e possui uma plumagem azul, variando em tons pálidos e vividos ao longo do corpo. Pouco se conhece sobre sua ecologia e comportamento na natureza. Sua dieta consiste principalmente de sementes de pinhão-bravo e faveleira. E a nidificação é feita em caraibeiras, em ocos naturais ou feito por pica-paus. O período de reprodução estava associado a época das chuvas.

Em decorrência de corte indiscriminado de árvores da caatinga, aonde restam apenas árvores mais jovens, não tão desenvolvidas e altas, e do tráfico ilegal, a população se reduziu até restar um único indivíduo que desapareceu em 2000/2001. Está seriamente ameaçada de extinção, tendo somente 73 exemplares em cativeiro.


Conservação

A ararinha-azul é classificada pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN) como "em perigo crítico" (possivelmente extinta na natureza)[1], na Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Silvestres Ameaçadas de Extinção (CITES) aparece no "Appendix I"[20] e pelo Ministério do Meio Ambiente como extinta na natureza desde 2002.[21]

O declínio populacional da espécie está associado com a perda do habitat, competição com abelhas africanizadas por ninhos, caça e tráfico de filhotes.[22] Durante as últimas décadas, o tráfico ilegal foi possivelmente a principal causa da extinção da espécie na natureza.[23]

O maior responsável pelo desaparecimento desta ave é o homem devido ao intenso tráfico. Os compradores são atraídos pela sua bela cor azul e principalmente pela ganância de possuir uma espécie tão rara. Um exemplar da ararinha-azul chega a custar no mercado negro milhares de dólares.

Atualmente existem apenas 87 exemplares da ararinha-azul no mundo, o que a torna uma das mais raras espécies vivas. Destes, apenas oito podem ser encontrados no Brasil.sendo que dois estão no zoológico de São Paulo. Apesar de serem um casal, as ararinhas-azuis do Zoológico de São Paulo nunca tiveram filhotes.


fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Ararinha-azul

 

 

 



Escrito por G. às 22h38
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Giovanna Polzatto 1A -

Trabalho de Biologia

Aves de Rapina

Gavião-de-pescoço-branco (Leptodon Forbesi)

Ordem: Accipitriformes
Família: Accipitridae
Grupo: Gaviões-milano
Nome popular: Gavião-de-pescoço-branco
Nome em inglês: Leptodon Forbesi
Tamanho: 5M cm de comprimento
Habitat: Áreas florestadas na região nordeste do Brasil, Mata Atlântica. A floresta original em sua área de distribuição foi reduzido a 1%, os sugerindo que a espécie está em uma situação precária (BirdLife, 2009)
Alimentação: Invertebrados e lagartos



Falcão-relógio (Micrastur semitorquatus -Vieillot, 1817)

Ordem: Falconiformes
Família: Falconidae
Grupo: Falcões-florestais
Nome popular: Falcão relógio
Nome em inglês: Collared Forest-Falcon
Tamanho: 46-56 cm de comprimento
Habitat: Habita o interior da mata, raramente observado nas bordas. Devido a seu comportamento é de difícil observação. Em feral, é mais escutado do que visto. Canta ao clarear ou ao escurecer, um chamado grave, transcrito com o "ao", sendo seus cantos bem pontuais. Essa é a razão do nome comum, devido a constância do intervalo entre os chamados.
Alimentação: Aves, Lagartos



Mocho-dos-banhados (Asio flammeus - Pontoppidan, 1763)

Ordem: Strigiformes
Família: Strigidae
Nome popular: Mocho-dos-banhados
Outros nomes: Coruja-dos-banhados
Nome em inglês: Short-eared Owl
Tamanho: 37 cm de comprimento
Habitat: Habita campos abertos e banhados onde pode ser visualizada caçando mesmo durante o da, pousando sobre o solo ou peneirando. Pode ser ativa tanto de dia e também no crepúsculo. A atividade em todos os períodos pode estar relacionada a fatores como escassez de presas e necessidades de alimentar filhotes.
Alimentação: Pequenos vertebrados e insetos.

 

 

Fonte: http://www.avesderapinabrasil.com



Escrito por G. às 22h13
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Giovanna Polzatto 1A - Biologia
 

Estudo comparativo do sistema circulatório


Tal como no caso do sistema digestivo proceder-se-á ao estudo dos sistemas de transporte de alguns animais, representando os principais pontos de viragem na evolução deste sistema.

Dada a simplicidade do corpo do cnidário, bem como o facto de ser aquático, não existe um sistema de transporte especializado. Tanto a gastroderme como a epiderme estão directamente em contacto com a água, sendo os nutrientes difundidos para todo o corpo com a ajuda de contracções da cavidade gastrovascular. Após a digestão intracelular, os nutrientes difundem-se para todas as células. Oxigénio e excreções difundem-se igualmente de e para a água, respectivamente.

A situação dos platelmintes é semelhante à dos cnidários, ocorrendo difusão directa de nutrientes do tubo digestivo muito ramificado para as células e trocas de oxigénio e excreções com a água. Existe um fluido circulatório que banha todos os órgãos, posto em movimento pelas contracções do corpo mas não existem canais circulatórios.

Esquema simplificado da circulação fechada num anelídeo

Nos anelídeos existe um sistema circulatório fechado, muito mais eficiente pois todo o percurso do sangue é feito dentro do sistema de vasos. 

Existem dois vasos longitudinais principais, um dorsal (onde o sangue circula de trás para a frente) e outro ventral (onde o sangue circula da frente para trás), ligados por vasos laterais de menor calibre com disposição circular em volta do tubo digestivo, que se ramificam em redes de capilares ao nível de todos os órgãos e sob a pele, onde ocorrem as trocas com o fluido intersticial ou ar. 

O vaso dorsal funciona como coração, impulsionando o sangue com as suas contracções.     Na sua parte anterior existem cinco a sete pares de corações laterais ou arcos aórticos (que não são mais que vasos laterais com um revestimento muscular), que impulsionam o sangue para o vaso ventral.

Esquema simplificado da circulação aberta num insecto traqueado

No caso dos artrópodes, existe um verdadeiro sistema circulatório mas este é aberto: não existe diferença entre o sangue e o fluido intersticial, pois o primeiro abandona os vasos e acumula-se em lacunas no corpo. Por esse motivo alguns biólogos designam este líquido circulante como hemolinfa. 

Este sistema é composto por um vaso dorsal com câmaras contrácteis – coração tubular - na zona abdominal, que impulsionam o sangue para a aorta dorsal. O sangue passa então para uma série de cavidades designadas lacunas ou seios, cujo conjunto cheio de sangue se designa hemocélio. Neste tipo de sistema circulatório não existem capilares. 

O coração tubular apresenta válvulas e orifícios laterais designados ostíolos, por onde o sangue entra, vindo do hemocélio, quando o coração está relaxado. 

O movimento do sangue é também facilitado pelas contracções musculares do corpo e apêndices. A presença de válvulas ou esfíncteres determina o sentido de circulação. 

Nos artrópodes traqueados a hemolinfa não transporta gases, pois estes são entregues directamente às células, nos artrópodes branquiados a hemolinfa proveniente do hemocélio passa pelas brânquias onde é oxigenada.

Nos vertebrados, o sistema circulatório é fechado e apresenta um coração, realizando o transporte de nutrientes, de gases respiratórios e hormonas, bem como a remoção das excreções, defesa do organismo e distribuição do calor metabólico. O coração é sempre ventral mas com número variável de cavidades e vasos a ele ligados. No entanto, é comum que o sangue chegue às aurículas por veias, passe pelos ventrículos e saia do coração por artérias, que se ramificam em arteríolas e capilares. Estes reúnem-se em vénulas, que convergem até formar as grandes veias e daí para o coração novamente.

Coração de um peixe ósseo

Nos peixes existe um coração com duas cavidades, uma aurícula e um ventrículo. 

O sangue venoso do corpo penetra na aurícula pelo seio venoso e sai do ventrículo pelo cone arterial, dilatação inicial da aorta branquial, seguindo depois para as brânquias, onde é oxigenado. Passa para a aorta dorsal, que se ramifica pelo corpo, regressando posteriormente ao coração. 

Assim, neste caso apenas circula sangue venoso no coração, por onde passa uma única vez – circulação simples. 

O sangue passa por duas redes de capilares (branquial e dos órgãos), pelo que o sangue arterial que sai das brânquias circula lentamente e com baixa pressão.

Coração de um anfíbio

Nos anfíbios, o coração tem três cavidades, duas aurículas e um ventrículo. 

O sangue venoso chega ao coração pela aurícula direita, passa ao ventrículo e sai para os pulmões pelo cone arterial e artéria pulmonar (também designada pulmocutânea), sendo oxigenado pelos pulmões e pela pele. Regressa ao coração pela aurícula esquerda, vai novamente ao ventrículo, onde se mistura parcialmente com o sangue venoso e vai para o corpo, novamente pelo cone arterial. A contracção dessincronizada das aurículas evita uma mistura completa do sangue arterial e venoso no ventrículo único, bem como o facto de o cone arterial se dividir em duas vias de circulação. 

Neste caso existe uma dupla circulação, uma pequena circulação ou pulmonar e uma grande circulação ou sistémica. O sangue passa duas vezes pelo coração, permitindo uma velocidade e pressão elevadas após a oxigenação. No entanto, como existe a possibilidade de mistura de sangue arterial e venoso a circulação é incompleta.

Com excepção dos crocodilianos, o coração dos répteis apresenta três cavidades, duas aurículas e um ventrículo parcialmente separado por um septo incompleto. 

A circulação é realizada de modo semelhante à dos anfíbios, sendo a mistura de sangue minimizada pelo desfasamento de contracção das aurículas e dos lados do ventrículo. O sangue arterial da metade esquerda do coração passa para crossas aórticas ou arcos sistémicos. Por este motivo, a circulação é dupla e incompleta.

Coração de uma ave ou de um mamífero

As aves e os mamíferos têm coração com quatro cavidades, duas aurículas e dois ventrículos (cujas paredes não são igualmente musculadas), sem possibilidade de mistura de sangue arterial e venoso. Por este motivo, estes animais apresentam circulação completa, sendo a metade direita do coração atravessada exclusivamente por sangue venoso e a esquerda por sangue arterial. 

Do ventrículo esquerdo o sangue passa para a aorta, que nas aves descreve a crossa para a direita e nos mamíferos para a esquerda. O sangue regressa ao coração pelas veias cavas. 

O facto das células destes animais receberem um sangue mais oxigenado e com maior pressão que as dos répteis ou anfíbios, faz com que apresentem uma maior capacidade energética e permita a homeotermia.

TOPO

Estrutura dos vasos sanguíneos em vertebrados
Estrutura comparada dos três tipos de vasos sanguíneos em vertebrados

Existem três tipo de vasos sanguíneos: veias, artérias e capilares. A estrutura dos diversos tipos de vasos é semelhante, variando apenas nos capilares, que pela sua função de local de realização de trocas sangue/células apenas são composto por um epitélio. 

No caso das veias e artérias, a diferença reside no maior diâmetro do lúmen das veias e na espessura das diversas túnicas. Nas paredes das artérias e veias existem diversas camadas ou túnicas:

  • Túnica externa – mais espessa nas artérias, é formada por tecido conjuntivo denso, com grande quantidade de fibras conjuntivas e elásticas;  

  • Túnica média – mais espessa nas artérias, é formada por tecido muscular liso, cuja contracção regula o diâmetro do vaso e a quantidade de sangue que o atravessa. Existe também tecido conjuntivo elástico com vasos sanguíneos;  

  • Túnica interna – tecido epitelial de revestimento – endotélio – e lâmina basal, rica em proteínas e polissacáridos. Nas artérias existem ainda fibras elásticas. Nos capilares é a única camada presente, facilitando a troca de substâncias.

TOPO

Quadro resumo do sistema circulatório e respiratório de alguns animais



Fonte: http://www.simbiotica.org/circulatorio.htm



Escrito por G. às 09h42
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testaaaaaaando



Escrito por G. às 02h54
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